sábado, 27 de janeiro de 2018

Minha experiência no EJA: Atividade sobre o Dia do Trabalhador

Esse é um relato de experiência. Tive uma turma de EJA na rede municipal de educação de Itaguaí no ano passado. Adorei a experiência. Consegui dar aula de verdade, como há muito tempo eu não fazia, dadas as condições para o exercício da docência na educação básica hoje. Ter um público disposto a receber aquilo que você tem a oferecer é condição primeira para qualquer diálogo efetivo. A ideia de que o professor tem que despertar magicamente a atenção do aluno, que deve esperar passivo pelos estímulos externos do docente, como se reagisse aos choques elétricos do ensino como diversão (que é diferente do uso do lúdico, como discutimos em outra postagem) é, resumidamente, reacionária. Tornar a aula interessante não implica em oferecer o que cada público deseja, mas trazer para o universo da sala de aula um aspecto de tensão também que retira os sujeitos alienados de sua autonomia e senso crítico pelo contexto sociocultural em que estão inseridos dessa situação. É dialético o processo de ensino-aprendizagem, não apenas dialógico como se fosse uma conversa entre dois amigos, mas também uma luta contra o processo de domesticação dos filhos da classe trabalhadora, preparados desde cedo para serem apenas produtores e consumidores, mas nunca cidadãos e muitos menos seres humanos no seu sentido pleno. 
Dito isso, pude explorar algumas questões como a da alienação do trabalho a partir de algumas atividades em sala de aula. Numa delas, perguntei a eles, pouco antes do feriado do dia primeiro de maio, o que fariam no Dia do Trabalhador. Em suas respostas, adultos, adolescentes e jovens relataram o que fariam autonomamente com seu próprio tempo, livres das obrigações impostas pelo trabalho ou mesmo pelo estudo (que tem inevitavelmente uma ligação estreita com o mundo do trabalho). No caso das mulheres casadas, isso não significava necessariamente não fazer os trabalhos de casa, e mesmo homens falavam de coisas que precisavam ser feitas em casa, cuidados com a casa. Isso tudo é um relato de memória vários meses depois, mas foi uma experiência que me marcou. Minha intenção era justamente essa, jogar para eles o que eles fariam por si próprios, dispondo de seu próprio tempo de vida no feriado do Dia do Trabalhador. O que revelaram os textos dos alunos é que se os trabalhadores tivessem seu tempo para si ele seria usado de forma muito distinta do que é utilizado todos os dias para ganhar o pão de cada dia. A riqueza dessa experiência para mim não tem preço. 


Rafael Rossi

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

ATIVIDADE sobre Democracia Direta e Democracia Representativa

Já faz alguns anos que eu preparei um Caderno de Atividades de Sala de Aula para o Ensino Fundamental para uso próprio com algumas atividades de reflexão que se relacionavam com os conteúdos de História. Em relação ao tema da democracia ateniense, abordo em sala de aula as diferenças existentes entre a democracia direta de Atenas e a democracia representativa que temos hoje no Brasil. Trazendo para a prática essas questões, faço dois exercícios com os alunos de 6 ano:

Atividade 1 - Realização de uma assembleia em sala de aula para compreender o funcionamento de uma democracia direta.

Atividade 2 - Escreva uma carta para o prefeito exigindo as melhorias que você considerar mais urgentes em sua cidade.

Na primeira atividade, trata-se de uma atividade coletiva em que os alunos vão elencando os problemas da escola. Na segunda atividade, trata-se de um exercício individual em que os alunos escrevem em folha separada o que consideram que deve ser a prioridade de investimento do Estado. Uma terceira atividade pode ser feita trabalhando a democracia representativa com a redação de uma carta para a Câmara dos Deputados, por exemplo, exigindo a aprovação de leis que melhorem a vida dos cidadãos brasileiros. A primeira atividade, devo confessar, é bastante difícil de colocar em prática, vai depender da turma e da sua relação com ela para que haja organização e participação suficientes para o sucesso da tarefa. Não existe fórmula mágica na educação, trata-se de relações humanas as relações entre professores e alunos e também as relações sociais mais gerais que implicam nos sucessos e nos fracassos relativos à educação.
Outra oportunidade de trabalhar a questão da democracia representativa pode ser a própria eleição do representante de turma, com uma discussão séria de que não se trata de um secretário do professor mas também não é um concurso de popularidade, esclarecendo o que é ser um representante.
Eu vou postar mais atividades ao longo do tempo, organizando melhor em planos de aula (ou não). Mas por enquanto deixo essa aí pra vocês. Boa sorte, é sempre bom!


Rafael Rossi

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Férias é pra se divertir ou pra ter prazer?

Férias é pra se divertir ou pra ter prazer? Uma pergunta a princípio sem sentido, afinal, o que nós consideramos divertimentos não são coisas prazerosas? Diversão e prazer não são a mesma coisa? Não, não são. No campo da psicopedagogia, as contribuições de Jean Chateau a respeito do caráter dos jogos infantis afastam a atividade lúdica do conceito de diversão. No livro O Jogo e a Criança, Chateau escreve que o jogo é sério e que não é mero divertimento, aproximando-se a atitude lúdica da atitude estética. Nessa perspectiva, arte e ciência aparecem como sendo frequentemente jogos sérios. De acordo com Jean Chateau, entregando-se ao jogo, à atividade lúdica, é possível abandonar o mundo da necessidade, criar mundos de utopia e realizar-se plenamente. A atividade lúdica, que é uma atividade séria, tem uma importância fundamental no desenvolvimento da inteligência humana. De acordo com esse autor, uma criança que não brinca será um adulto que não sabe pensar. A seriedade do jogo infantil, diz esse autor, não vem da situação, como o patrão que controla o trabalho, em razão de resultados concretos que traz, como salário, próprio da seriedade da atividade prática. Não vem de interesses vitais como a necessidade de comer. O jogo infantil é sério porque nele a criança afirma seu ser. "Se o jogo é sério e pode ir até o ascetismo, é porque ele envolve o ser como um todo, pois é uma manifestação da personalidade total. Melhor dizendo: o jogo é antes de mais nada uma prova. E é por isso que a criança procura um público e se glorifica com todas as suas conquistas". E o que esse autor diz dos jogos adultos? Segundo Jean Chateau: "O jogo do adulto, já dissemos, tem muitas vezes como origem a procura de um relaxamento. Mas não é sempre assim. Frequentemente também joga-se apenas para 'se ocupar', para passar o tempo, porque não se sabe o que fazer. [...] O jogo é então um remédio contra o tédio; é aquele divertimento de que falava Pascal. É a única ocupação do desocupado, do ocioso [...] Há nesse jogo do adulto algo de negativo; ele não tem seu princípio em si mesmo; é um remédio contra o tédio ou contra a fadiga. Ao contrário, o jogo da criança tem seu fim em si mesmo, na afirmação do eu. Vê-se também que os jogos adultos são muitas vezes jogos tristes. Que se compare a atmosfera ruidosa e animada dos pátios de recreação de nossas escolas com a atmosfera que circunda os jogadores debruçados sobre a roleta, ou a dos bailes de sociedade onde se descobre a vaziez triste e tediosa do mundo. Pelo fato de existir somente a título de remédio e contra alguma coisa, o jogo adulto encerra geralmente um desagradável gosto amargo".
Foi uma supresa pra mim quando li isso porque imediatamente me remeteu à Escola de Frankfurt e à definição de Adorno sobre a diversão. Então, o que nos diz a filosofia: "A diversão é o prolongamento do trabalho sob o capitalismo tardio. Ela é procurada pelos que querem se subtrair aos processos de trabalho mecanizado, para que estejam de novo em condições de enfrentá-lo. Mas, ao mesmo tempo, a mecanização adquiriu tanto poder sobre o homem em seu tempo de lazer e sobre sua felicidade, determinada integralmente pela fabricação dos produtos de divertimento, que ele apenas pode captar as cópias e as reproduções do próprio processo de trabalho. [...] Do processo de trabalho na fábrica e no escritório só se pode fugir adequando-se a ele mesmo no ócio. Disso sofre incuravelmente toda diversão. O prazer congela-se no enfado, pois que, para permanecer prazer, não deve exigir esforço algum, daí que deva caminhar estreitamente no âmbito das associações habituais. O espectador não deve trabalhar com a própria cabeça [...]". Nesse sentido, diversão é objeto de uma indústria, a indústria do entretenimento, e serve para o relaxamento passivo dos trabalhadores. Diz Adorno: "Divertir-se significa estar de acordo. [...] Divertir-se significa que não devemos pensar, que devemos esquecer a dor, mesmo onde ela se mostra. Na base do divertimento planta-se a impotência". Quando ele fala do tema dos hobbies é possível identificar ainda mais claramente a semelhança entre a análise de Chateau e de Adorno sobre o que eles entendiam como sendo divertimento. Adorno, em um dos textos contidos no livro Indústria Cultural e Sociedade, escreve o seguinte: "Eu não tenho qualquer hobby. Não que eu seja uma besta de trabalho que não sabe fazer consigo nada além de esforçar-se e fazer aquilo que deve fazer. Mas aquilo com o que me ocupo fora da minha profissão oficial é, para mim, sem exceção, tão sério que me sentiria chocado com a ideia de que se tratasse de hobbies, portanto ocupações nas quais me jogaria absurdamente só para matar o tempo [...] Compor música, escutar música, ler concentradamente, são momentos integrais da minha existência, a palavra hobby seria escárnio em relação a elas". Novamente aqui aparece a questão da atividade lúdica (que não é diversão ou hobby) como atividade séria e que serve para a afirmação da personalidade do indivíduo. E por que as pessoas precisam recorrer a hobbies e a divertimentos imbecilizantes, superficiais e padronizados para ocupar seu tempo fora do trabalho, para "matar o tempo" (Meu Deus, que expressão terrível para algo tão precioso como a vida, e que desperdício simplesmente gastar inutilmente - do ponto de vista da afirmação do ser - o tempo de vida e a energia vital!)? Segundo Adorno, é a falta de fantasia que deixa as pessoas desamparadas no seu tempo livre. O tédio existe porque as pessoas não têm autonomia, porque suas vidas são determinadas pela divisão do trabalho, e porque nelas foi mutilada a capacidade de imaginação. "Sempre que a conduta no tempo livre é verdadeiramente autônoma, determinada pelas próprias pessoas enquanto seres livres, é difícil que se instale o tédio [...] Se as pessoas pudessem decidir sobre si mesmas e sobre suas vidas, se não estivessem encerradas no sempre-igual, então não se entediariam". 
Mas e o lúdico? Então está condenado a permanecer perdido em algum lugar da infância, uma espécie de Paraíso perdido? Embora a Bíblia comece com a expulsão do Homem do Paraíso, o Paraíso não está no passado, está no futuro, ou melhor dizendo, é a recordação que aponta para a utopia que irá vingar todos os que tombaram pelo cansaço, pelo tédio ou pela tortura. Marcuse, citando Schiller, escreve que o impulso lúdico tem por objetivo a beleza e por finalidade a liberdade. A infância do homem é o futuro da humanidade. Segundo Marcuse: "Numa civilização autenticamente humana, a existência humana jogará em vez de labutar com esforço, e o homem viverá exibindo-se, em vez de permanecer vergado à necessidade". Para ele: "O livre jogo da imaginação traça e projeta as potencialidades do ser total". As ideias de jogo e de exibição, para Marcuse, se distanciam dos valores da produtividade e do desempenho. Segundo ele, "o jogo é improdutivo e inútil precisamente porque anula as características repressivas e exploradoras do trabalho e do lazer; 'joga, simplesmente', com a realidade". Em Eros e Civilização, Marcuse não deixa de denunciar, no entanto, a "servidão voluntária". Numa passagem das mais belas, Marcuse descreve a vida vazia de todos nós, servos felizes: "Em troca dos artigos que enriquecem a vida deles, os indivíduos vendem não só seu trabalho, mas também seu tempo livre. A vida melhor é contrabalançada pelo controle total sobre a vida. As pessoas residem em concentrações habitacionais - e possuem automóveis particulares, com os quais já não podem escapar para um mundo diferente. Têm gigantescas geladeiras repletas de alimentos congelados. Têm dúzias de jornais e revistas que esposam os mesmos ideais. Dispõem de inúmeras opções e inúmeros inventos que são todos da mesma espécie, que as mantêm ocupadas e distraem sua atenção do verdadeiro problema - que é a consciência de que poderiam trabalhar menos e determinar suas próprias necessidades e satisfações". E aqui, sem querer me alongar mais em citações, gostaria de discutir o conceito de felicidade. Para Marcuse, "a felicidade não está no mero sentimento de satisfação, mas na realidade concreta de liberdade e satisfação. A felicidade envolve conhecimento: é a prerrogativa do animal rationale. Com o declínio da consciência, com o controle da informação, com a absorção do indivíduo na comunicação em massa, o conhecimento é administrado e condicionado. [...] E como o conhecimento da verdade completa dificilmente conduz à felicidade, essa anestesia geral torna os indivíduos felizes". 
Mas é na psicanálise que podemos encontrar a clara definição do conceito de prazer. O conceito freudiano de princípio de prazer designa o programa do indivíduo, o desenvolvimento do indivíduo é dirigido pela satisfação da felicidade. Na medida em que o princípio mental do prazer cede lugar ao princípio de realidade o homem aprende a renunciar ao prazer momentâneo e o prazer passa a ser adiado em nome de ganhos mais duradouros. O princípio da realidade é o princípio que rege a civilização. Enquanto a função da razão se desenvolve no ser humano sob o princípio de realidade, a atividade mental da fantasia permanece livre do domínio do princípio da realidade e vinculada ao princípio de prazer. Em O mal-estar na civilização, Freud trata da questão da sublimação dos instintos como uma técnica para afastar o sofrimento. Para Freud: "Obtém-se o máximo quando se consegue intensificar suficientemente a produção de prazer a partir das fontes do trabalho psíquico e intelectual". A arte e a ciência são formas de sublimação, de deslocamento de libido, canalização ou reorientação dos desejos. Nesse sentido, a civilização não é obra apenas do princípio de realidade e da razão, mas também um processo a serviço de Eros, o instinto de vida. A sublimação está na raiz do desenvolvimento cultural das sociedades humanas. 
Compreender conceitos como prazer, lazer, diversão, lúdico, felicidade não são questões menores, são vitais para reorientarmos nossa existência no sentido de uma vida propriamente humana. Alguém poderia contestar um longo texto baseado em outros textos de Freud, Adorno, Marcuse e Jean Chateau. Pois bem. Podemos, então, ir mais fundo e olhar atentamente, sem medo, para aquilo que está bem diante de nós. Se você olhar bem de perto o sorriso de Mona Lisa de todo trabalhador de férias, você desvenda o seu mistério: por trás dele se esconde o desespero do trabalhador alienado, do sujeito que espera todo o ano pelas férias, quer mesmo que o tempo passe mais depressa, e com isso, tenha ele consciência disso ou não, que sua vida passe mais depressa e acabe mais depressa também. É um desejo tão forte de se libertar dos grilhões do trabalho que a hipótese de uma vida mais curta (ou pelo menos o que é experimentado como vida pelo indivíduo, sendo os dias de trabalho o pedágio que é obrigado a pagar para viver) não é tão ruim, se for levá-lo àquela parcela de vida propriamente humana chamada férias. Mas quando chegam as aguardadas férias, o indivíduo está tão massacrado em sua subjetividade, tão vazio em imaginação, tão sem forças para criar autonomamente as atividades enriquecedoras e humanas pelas quais anseia o seu espírito no tempo livre conquistado, que se entrega ao que a indústria do entretenimento tem a lhe oferecer na TV, no cinema, em shows, todos produtos culturais da moda, e no ano seguinte, haverá outros como eles, levemente diferentes, mas essencialmente idênticos. Além disso, podem gastar o seu tempo com qualquer passatempo que aparecer, pois ao finalmente se deparar com o tempo de sua vida só para si, o indivíduo massacrado o ano inteiro pelo trabalho e pelas contas só pensa em descansar sua cabeça. A diversão e o lazer são o descanso do escravo, o prazer está naquilo que não se pode pagar, no sexo com quem se ama, no contato com a natureza e em brincar com seu filho. E, no caso do professor, até estudar nas férias é parte de seus prazeres. Isso porque quem gosta de ensinar ensina aquilo que lhe dá entusiasmo, quer discutir com outros o conhecimento ou a experiência que o apaixonou. Contra o remédio amargo da diversão que existe para "matar o tempo" se insurge o verdadeiro prazer, aquilo que é verdadeiramente humano, verdadeiramente natural, verdadeiramente livre. As suas férias são, neste mundo de alienação, a sua única porção de vida em que você pode reinventá-la, realizando, na medida do possível, o seu ser, dentro dos limites possíveis da felicidade e da liberdade nessa existência. Prazer, sou historiador, escritor e amo escrever, não é hobby, não é passatempo, é minha existência autêntica socialmente negada. Qual é a sua?


Rafael Rossi

SAUDAÇÕES, PROFESSORES E ESTUDANTES DE HISTÓRIA!

Esse blog tem o objetivo de compartilhar exercícios, atividades, planos de aula, artigos e produções científicas e didáticas em geral de minha autoria com meus colegas de profissão. Sabemos o quanto é difícil o magistério e o quanto é difícil despertar o interesse dos alunos para aprender História num tempo em que tudo se resume ao imediato, nem o passado e nem o futuro importam. Tenho 10 anos de magistério no ensino fundamental na rede municipal de educação do Rio de Janeiro e 6 anos na rede municipal de Itaguaí. Já lecionei em turmas de 6, 7, 8 e 9 anos e turma de EJA. Minha formação teve, de início, um viés mais acadêmico, fiz meu Bacharelado e Licenciatura em História na UFF e depois continuei no Mestrado em História Social Antiga também na UFF. Como historiador, dediquei-me aos estudos da Roma Antiga. Fiz posteriormente uma Especialização em Filosofia Moderna e Contemporânea na Faculdade de São Bento do Rio de Janeiro, produzindo uma monografia sobre a indústria cultural e a alienação do tempo livre. Tudo isso foi muito importante para ampliar meu conhecimento, mas do ponto de vista da sala de aula do ensino fundamental ainda era insuficiente. Decidi, então, fazer o Mestrado Profissional em Ensino de História, o PROFHISTÓRIA, onde estou desenvolvendo uma pesquisa sobre o uso da "contação de histórias" como metodologia de ensino para as turmas de 6 ano, aprofundando nos conceitos de lúdico, jogos e experiência e trabalhando temas da História Antiga a partir do conceito de herói, sendo as narrativas de heróis algo que inspira os jovens atualmente. Estou em processo de escrita da dissertação e de produção do material didático, realizando esse curso de pós-graduação stricto sensu também na UFF. Além disso, tenho me dedicado a uma pós lato sensu em Roteiro para Cinema, TV, WEB e Multiplataformas na Universidade Veiga de Almeida. É isso, amigos, nossa vida de professor também é estudar. Por isso, vou compartilhar aqui experiências e estudos, nem mais nem menos que isso. Que tenhamos todos uma boa jornada juntos!

CONSUMO, CONSUMISMO E OBSOLETISMO PLANEJADO

              No vídeo “A História das Coisas”, sucesso na internet visto por milhões de pessoas de todo o mundo, são apresentados os conc...